sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Encontros com Mário Vargas Llosa e a literatura peruana

Encontros com Mário Vargas Llosa e a literatura peruana
por Alessandro Atanes - www.revistapausa.blogspot.com

Destaque por causa do Prêmio Nobel de Mario Vargas Llosa, a literatura peruana é motivo de dois encontros literários na Baixada Santista. Na próxima semana, o poeta Óscar Limache, escritor e professor em Lima, capital do Peru, apresenta a conferência “Além do Nobel: Mario Vargas Llosa e um encontro com a literatura peruana” e lança em edição bilíngue seu livro Voo de identidade, um sobrevoo poético sobre as Linhas de Nasca, série de inscrições de dimensões gigantescas desenhadas no deserto peruano antes da Era Cristã. Com sua poesia, Limache venceu o principal prêmio literário de seu país, o Copé de Oro e, apaixonado por poesia brasileira, traduziu em 2009 Preparativos de viagem, de Mário Quintana.


Óscar Limache, no salão do Hotel Bolívar, em Lima (foto de Márcia Costa)

O encontro ocorre em duas ocasiões: na quarta-feira (24), às 19h30, na Biblioteca Municipal de Cubatão, na Avenida Nove de Abril, 1977, Centro; e, na sexta-feira (26), às 19 horas, na Pinacoteca Benedito Calixto, em Santos. Limache vem à região por convite do Instituto Artefato Cultural e daqui da Revista Pausa. O encontro contará com o autor desta postagem, responsável pela tradução de Voo de Identidade e, na Pinacoteca, haverá ainda a participação do escritor Flávio Viegas Amoreira, que fará uma apresentação. A entrada é gratuita.

Limache conta que a conquista do Nobel de Literatura teve o impacto de uma Copa do Mundo para o Peru: “Quando entrei na classe no dia do anúncio do prêmio, meus alunos estavam empolgadíssimos e orgulhos, falando coisas assim: ‘o senhor viu que ganhamos o Nobel?’”. Ele acredita que a conquista de Vargas Llosa fará com que mais autores de seu país sejam lidos e traduzidos, tanto no Brasil como em outros países.

Perfil
Óscar Limache nasceu em Lima em 1958. Venceu em 1988 o Copé de Oro, principal prêmio de poesia do Peru, com o qual publicou o livro Viaje a la lengua del porcoespín, já em sua quarta edição. Publicou também Un año con trece lunas. El cine visto por los poetas peruanos (2005), Seleción natural (2000) e Desde la aurora. Antología poética de Los Reyes Rojos (2003).

Há poemas seus nas antologias El uso de la palabra. Encuentro com la poesía hispanoamericana (Lima, 1994); Poesía peruana del siglo XX (Lima, 1999), Las voces del mundo (Uruguai, 2003), Las voces del mundo II (Uruguai, 2005), Casa do poeta riograndense. Antologia em prosa & verso (Porto Alegre, 2005), Caudal de piedra. Veinte poetas peruanos (1955-1971) (México, 2005), Poesía viva del Peru. Antologia de la poesia peruana contemporânea (México, 2005). Seus livros foram publicados também no México e em Cuba e agora, chegam ao Brasil.

Foi condutor convidado do Laboratório de Poesia da Oficina de Literatura Dulce María Loynaz, de Havana, Cuba, e da Oficina de Poesia do Centro Toluquenho de Escritores, México.

Diz com orgulho que seu trabalho de todos os dias é ler com seus alunos livros de Mario Vargas Llosa, César Vallejo e outros nomes da literatura peruana e mundial, experiência que o levou a se tornar integrante da comissão de Língua e Literatura e consultor do Ministério da Educação do Peru para atividades de promoção da leitura e qualidade da educação. É o responsável pelo plano de leitura do Colégio Trilce Miraflores, em Lima, além de já ter mantido programas de rádio e televisão de incentivo à leitura.

Seu interesse pela poesia e cultura brasileira o levou a traduzir para o espanhol “Preparativos de viagem”, de Mário Quintana, publicado em 2009 pelo Centro Peruano de Estudios Culturales em edição bilíngue.

O livro
A publicação de Voo de Identidade marca a estreia do selo de livros artesanais Sereia Ca(n)tadora, um projeto da revista BABEL, editada pelo escritor Ademir Demarchi, em parceria com o Centro Camará de Pesquisa e Apoio à Infância e Adolescência, envolvendo jovens atendidos pela entidade. “Esse livro aproveita a vinda do poeta peruano Oscar Limache como forma de estabelecer laços e trocas poéticas, sendo também uma homenagem ao poeta, em retribuição ao interesse por nossa cultura, representado no fato de que já traduziu um livro de poemas de Mário Quintana”, detalha Demarchi.

O selo Sereia Ca(n)tadora se une à rede de editoras “cartoneras” criadas na América Latina, somando-se às brasileiras Dulcineia Catadora e Katarina Kartonera, ampliando o espaço de intercâmbio entre escritores locais e de outros países, como Eloísa Cartonera, na Argentina, Sarita Cartonera no Peru, Yerba Mala na Bolívia, Yiyi Jambo no Paraguai, Animita no Chile, La Cartonera no México, entre outros, que já chegam a quase 20. Esses projetos, muitas vezes associados, abrem a possibilidade de divulgação de escritores por toda a América Latina, trabalhando na contramão do mercado editorial, trilhando caminhos paralelos na história da literatura latinoamericana.

Demarchi continua: “Daí o sentido especial do selo Sereia Ca(n)tadora publicar como livro-piloto do projeto um livro de Oscar Limache, traduzido pelo jornalista Alessandro Atanes, simbolizando essas trocas e experiências editoriais que captam a gênese da contemporaneidade, repercutindo um movimento que se expressa na América Latina, nascido da crise através de uma solução que busca a simplicidade baseada em ideais comunitários e cooperativos, além de ecológicos e sociais, expressos em livros feitos com papelão adquirido de cooperativas de catadores e papel reciclado, com capas pintadas uma a uma artesanalmente, transformando os livros em objetos de arte, na contramão da tendência tecnológica que apregoa o seu desaparecimento para se transformar em algo virtual”.

BABEL
A revista voltará a ser publicada em janeiro, inicialmente através da série BABEL Poética, com 6 edições em 2011 após a conquista do primeiro lugar do edital do Programa Cultura e Pensamento do Ministério da Cultura, com 10 mil exemplares, cada com distribuição nacional. A revista em sua forma habitual também terá enfim concretizada sua edição de número 7, contendo um expressivo número de escritores e artistas da Baixada Santista.

Artefato Cultural
O Instituto Artefato Cultural (www.artefatocultural.com.br), organização da sociedade civil de interesse público, localizada na cidade de Santos, Estado de São Paulo, Brasil. Sua finalidade é promover a Cultura, com a produção e divulgação de projetos culturais.

Contato:
Márcia Costa (13) 9126-7210
Alessandro Atanes (13) 9137-9010

Realização: Instituto Artefato Cultural, Revista Pausa, Sereia Ca(n)tadora
Apoio: revista BABEL, Pinacoteca Benedito Calixto, Biblioteca Municipal de Cubatão

terça-feira, 23 de novembro de 2010



Percutindo Mundos – O Universo em Movimento

Nascido em 2008 em São Vicente - litoral paulista, pelo encontro de não-músicos que misturaram música à filosofia, literatura às artes visuais, o ancestral ao contemporâneo, as raízes à virtualidade, criando uma nova concepção musical – a música contemporânea caiçara.

Caracterizada pela harmonia dos timbres, o minimalismo, a aleatoriedade e o experimentalismo, surge da re-significação de identidades culturais através da miscigenação caiçara, unindo referências indígenas, européias e africanas.

Desde seu início atua na criação de instrumentos musicais. Coordena oficinas culturais, debates, palestras e encontros com artistas e pesquisadores.

O resgate das origens caiçaras e sua mistura à criação de vanguarda, possibilita paisagens sonoras que vão do puro tribalismo à urbanidade e ao cosmopolitismo típicos de uma região que foi a entrada do mundo no Brasil, o litoral paulista.

A música contemporânea caiçara baseia-se na criação de novos instrumentos musicais e de técnicas diferenciadas para os já existentes, além de utilizar objetos, percussão corporal e vocal. Com aproximadamente 90 instrumentos, entre os quais rabeca calunga, violão batido, trimbau, quimbau, aerofone, tum (tambor) - todos de nossa criação, além de djeridoo, chuveiro de chaves, djembe, atabaque, pandeiro, castanholas, reco-reco, flauta doce e contralto, escaleta, clarinete, banjo, acordeom, introduzimos em nossa música a literatura, a fotografia, a dança, o teatro, o cinema e a filosofia. Nosso trabalho é fruto de pesquisas históricas e culturais que desenvolvemos no litoral paulista e no litoral sul do Rio de Janeiro.



Percutindo Mundos


Márcio Barreto - composição, voz, percussão, flauta, escaleta, clarinete, quimbau, rabeca, acordeom, teclado, banjo, djeridoo
Célia Faustino - voz, percussão, dança
Fernando Santos - percussão
Paulo Infante - voz, percussão, violão batido, quimbau

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

vídeos: Virada Caiçara

Dias de Alegria

A generosidade é mãe da criatividade



















quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Palestra: Projeto Arte e Meio Ambiente


















Horário: 16h às 17h30
Local: Sala 2 - SESC


Resenha: Relato de projeto desenvolvido com alunos do 6º e 7º ano, onde através de oficinas de teatro, música e construção de instrumentos musicais acontece a interação entre Ciências e Arte, em âmbito interdisciplinar, gerando uma reestruturação lógico-cognitiva dos educandos envolvidos, com evolução na apreensão de conteúdos oferecidos, juízo crítico e autonomia.
Palestrante: Adriane Almeida e Marcio Barreto
Currículo: Adriane Almeida Pinhos - Prof. Subst. Rede Municipal de Santos, Itanhaém, São Vicente (Projeto Solidário). Pós-graduanda em Método de Ensino em Ciências pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná.
Marcio Barreto - Arte – Educador, filósofo, compositor (Percutindo Mundos)desenvolve eventos relacionados à promoção da Cultura na Baixada Santista.

Palestra - Eutonia, uma pedagogia para a Consciência do Corpo

“Eutonia uma pedagogia da consciência do corpo”


A pedagogia da Eutonia através de um contato mais profundo com o próprio corpo propõe um despertar do ser observador e criativo latente em cada um de nós. Possibilita que o aluno vivencie experiências que ampliam a consciência do corpo, suas possibilidades e limites. Essas experiências geram um processo dinâmico e contínuo de transformação. Nesse processo o aluno pode rever hábitos nocivos e promover um restabelecimento da sua ordem pessoal.

Desenvolve a atenção, a concentração e um estado de presença que permite vivenciar plenamente o momento presente, regulando e graduando a organização do tempo e do ritmo natural.

Nas aulas nunca se define um padrão de movimento como ideal, mas sim a possibilidade do aluno reconhecer a sua individualidade e fortalecer a sua identidade A sua forma de pensar, agir, respirar e consequentemente a sua postura perante os acontecimentos externos.

“O aprendizado se constrói a partir da experimentação. O saber ganha significado através do que é vivenciado. O aluno é estimulado a pesquisar, experimentar e criar, participando ativamente do seu processo de ressignificação do próprio corpo”(Mª Thereza Bortolo – eutonista/SP)

A proposta é criar um método de trabalho que gere a possibilidade do aluno aprender a se perceber e se autorregular, a encontrar a sua unidade psicossomática. Consequentemente desenvolver a sua autonomia, a sua compreensão e apropriação do seu bem estar.

Para dar aulas de Eutonia é necessário fazer a formação e vivenciar todo o processo pedagógico e terapêutico. Além de todo o conhecimento teórico, é imprescindível a experiência prática.

Célia Faustino - eutonista formada pela Escola Brasileira de Eutonia, bailarina e coreógrafa



“Feliz daquele que aprende o que ensina” (Cora Coralina)

domingo, 10 de outubro de 2010

Palestra sobre Eutonia - Verticalização Corporal



“Transporte”:
O uso consciente da força antigravitacional


Na prática da Eutonia propõe-se um melhor diálogo entre o espaço interno e o externo, inclusive entre o organismo na sua totalidade se relacionando com as forças da natureza.

Duas forças em especial são trabalhadas:
-A força peso: As partes e o todo do corpo têm um peso que se organiza no espaço, a tomada de consciência dessa força nos possibilita um melhor enraizamento, uma melhor distribuição desse peso e consequentemente uma melhor organização do movimento e da postura.
-A força gravitacional: É a força de atração que os corpos exercem sobre si. Na física diz-se da atração que puxa nossos corpos na direção do centro da Terra. Para nos organizarmos verticalmente na posição sentada e na posição em pé, precisamos agir em oposição a essa força.

Gerda Alexander (Gainza 1983) define:
O conceito de transporte está vinculado ao reflexo antigravitacional, na postura e nos movimentos. Chamamos de transporte a utilização consciente do reflexo postural ou reflexo de endireitamento, para distingui-lo do reflexo inconsciente (p.89).

A partir da consciência dos ossos, trabalhos a transmissão dessas forças que organizam a postura dinâmica. Lembrando sempre que na pedagogia da Eutonia nunca se define um modelo único ou ideal de postura. Mas sim numa melhor capacidade de adequação de cada indivíduo, respeitando a sua estrutura psicofísica, sua história pessoal e seu estilo de vida.

sábado, 2 de outubro de 2010

A Magia da Obra de Sérgio Vasconcellos Corrêa


A Magia da Obra de “Sérgio Vasconcellos Corrêa”

Participação especial do homenageado


Sérgio Vasconcellos Corrêa iniciou sua carreira musical em 1946, na direção do virtuosismo pianístico. A partir de 1956, foi direcionada para a composição, regência e magistério sempre com a marca da naturalidade nacional.
Foi finalista do 3º. Concurso de Piano Schwartzmann (1954), 1º. Lugar no “Concurso do Títulos e Provas para Ingresso no Magistério Público de S. P. (1959), 1º. Lugar no “Concurso de Seleção” de professores para o dos Corpo Docente do Ginásio Estadual Vocacional “Oswaldo Aranha”,S.P. 1º. Lugar no Concurso para Docente do Serviço de Ensino e Formação pelo Rádio e Televisão da Educação de S. P. (1961), Finalista do 1º. Concurso Nacional de composição a cidade do R.J. 1995,Semifinalista “Festival Nacional de Música Popular da TV Excelsior de S.P.com a canção “Eu Cantador”(1968), Festical da Guanabara com o Concertino para Piano e Orquestra(1969) Prêmios Concurso Nacional de Composição (S.P) e Concurso para Obras Sinfônicas (RJ) com a Suíte Piratiningana( 1962).Concurso Nacional de Composição para Piano (R.J)(1963), 1º. Lugar no Concurso de Títulos e Provas para ministrar aulas de Educação Musical nos “Cursos pela Televisão Escolar da Secretaria da Educação de S. P. (1963) , “Concurso para Conjuntos Corais (1964),“Madrigal Feminino de Câmara no Concurso Claudio Monteverdi (1967), “Votação do Povo para a melhor obra apresentada no Concurso Música Nova para a obra “Contrastes” para piano (1969),Músico Erudito do Ano, conferido pelo Conselho Regional de S. P. da Ordem dos Músicos do Brasil(1970),Concurso Nacional de Composição Musical Estado da Guanabara” com obra “Concertino para Trompete e Orquestra (1973), 1º. Premio na “X Olimpíada Infanto – Juvenil da Cidade de São Paulo, dirigindo o Coral Ashcar, Premio no “Concurso Nacional de Arranjos Corais de Música Folclórica Brasileira” do INM/FUNARTE(1983).Em 1997 foi aprovado por unanimidade após a “Defesa de Tese de Doutorado – Canto e Contracanto a base da Composição”. APCA (Ass. Paulista de Críticos de Arte),CLIO da Academia Paulistana da História pelo “Hino dos Bandeirantes” sobre poema de Guilherme de Almeida(2007). “O Meu Campo é de Asfalto (2003) , “Concurso Pérolas da Poesia” (Guarujá – SP) com o poema “NÂO” (2006).
Estes prêmios , refletem a intensa atividade cultural e artística de Sérgio Vasconcelos Corrêa , nome consagrado da música erudita brasileira que desde agosto de 1988, ocupa a Cadeira no. 20 da Academia Brasileira de Música.

Quarteto de Cordas “Martins Fontes”
Formado por dois violinos, viola e violoncelo foi criado em 1976 por iniciativa da Prefeitura de Santos. Em 1993, passou a ser um corpo estável e a fazer parte do quadro permanente da Prefeitura. O Quarteto realizou vários concertos em Santos, São Paulo e Litoral Paulista. Dentre sua principais atividades destacam – se os Projetos Fá, Sol, Lá, os Concertos Populares (ambos principais obras dos compositores que escreveram para esta formação e as participações nos Festivais de Música Nova, evento internacional destinado à execução e divulgação da música contemporânea. O objetivo principal do Quarteto é aproximar da comunidade ao gênero de música de câmara.

Coral (Patrocinado pela Vale Fertilizantes)
Há 22 anos a Fosfértil criou o coral que leva seu nome e o melhor da música a milhares de ouvintes, Sob regência da maestrina Meire Berti Gomiero Fonseca desde 1987, o Coral é colecionador de importantes premiações e tem participado de eventos diversos, emocionando e arrancando aplausos dos mais diferentes tipos de público . Divulgando a música coral, incluindo em seu repertório a música brasileira dos nossos compositores eruditos, de MPB e principalmente, as que fazem parte das manifestações folclóricas do nosso povo e do folclore Latino Americano.
Dentre suas principais realizações, destacam – se as apresentações em “Luzes de Natal” da Prefeitura Municipal de Santos, na Mostra do Redescobrimento Brasil + 500 Anos no Parque do Ibirapuera, no Festival Canta Brasil 2000, em São Lourenço –M.G. e muitos outros Festivais de Folclore. O Concerto de Natal na Igreja do Embaré com a obra Magnificat de H. Villa Lobos e Navitad Nuestra de Ariel Ramirez.
Recentemente a convite do Cônsul da França em Santos, tem se apresentado na Aliança Francesa e no Teatro Coliseu.Em 2009 apresentou a Magia da Obra de Henrique Oswald no Teatro Guarany. Atualmente o Coral é patrocinado pela Vale Fertilizantes.



PROGRAMA

1ª. Parte

• Chora Mané , não chora
texto popular recolhido por Silvio Romero
1º. Lugar “Canção Brasileira” 1961.
• I Violão: Mônica P. Dias
II Violão: Marcos Canduta
Voz: Luísa Ribeiro de Fazio
• Cantiga – Poesia Paulo Bonfim
Violão: Mônica Peres Dias
Canto: Deborah Petrasan Moreno
• Esta Noite não foi fora
Texto popular recolhido por Silvio Romero
Piano: Décio Fernando Carrion de Oliveira
Canto: Deusnice Diamantino Reis Fernandes
• Adeus, Adeus (Tema recolhido pelo Camargo Guanieri)
Soprano: Liana Lucia C. Araújo do Nascimento,Marília de Oliveira Borges,Márcia Rossetto, Angeluza Maria dos Santos
Mezzo Soprano:Deborah Petrasan Moreno,Sibely Faria Mendes, Nádia Maleres Branco
Contralto: Lêda Apparecida da Silva,Deusnice D. Reis Fernandes, Norma T. F. Rodrigues
Piano: Décio Fernando Carrion de Oliveira
• Lamento
Compôs no início de sua carreira “Lamento” com ritmos originários da nossa música folclórica
Voz: Marília de Oliveira Borges
Piano: Décio Fernando Carrion de Oliveira
• Quem vê , Caras
Piano: Décio Fernado Carrion de Oliveira



2a. Parte



QUARTETO CORDAS MARTINS FONTES
* Toada
*Seresta
*Moda Paulista(Escrita Especialmente para o Quarteto Martins Fontes)

1º. Violino: Ulisses Nicolai
2º. Violino: Adonai Ribeiro
Viola: Mauro Viana
Violoncelo: Rossana Nicolai


INTERVALO
Pianista e Compositor: Sérgio Vasconcellos Corrêa
Variações sobre um Tema da Cana FITA
Sonatina
Amoroso (choro no. 1)
Tocatina
Caixinha

Coral Patrocinado pela Vale Fertilizantes
• Coral Municipal do Gonzaga (Participação Especial)
• Oração: - Letra do folclore português
• Ave Maria( marco no início dos seus estudos de harmonia e contrapont)o.
• Eu sou caboclo *Lampião Tava Dormindo(melodia e texto folclore Brasileiro)
• Zé Pereira (Viva o Carnaval)


FICHA TÉCNICA



Coralistas (Vale Fertilizantes)

Sopranos:
Ana Beatriz dos Santos, Anésia Corrêa Mendes, Cezarina Pires de Souza, Marília de Oliveira Borges, Márcia Rossetto, Liana Lucia C. Araujo do Nascimento, Zélia Ferreira dos Santos

Contraltos:
Thereza Jacinto Lourenço, Deusnice D. Reis Fernades,Flora E. da Silva Bueno,Deborah Pretasan Moreno, Lêda Apparecida Silva, Norma Terezinha F. Rodrigues, Rose Helena G.C. Caldeira.

Tenores:
Antonio Carlos, Valfredo Silva, João Carlos Pestana, João Paulo.

Baixo:
Vinícius Negrelli Reis, Paulo Infante (Percutindo Mundos), Márcio Barreto (Percutindo Mundos), Hermes Baptista de M. Filho.

Pianista:
Décio Fernando C. de Oliveira

Regente:
Meire Berti Gomiero Fonseca.