quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011



Vivamos
que a vida passa
célere como a onda
que faz do recuo seu avanço - Márcio Barreto - O Novo em Folha

foto: galeno malfatti
arte: márcio barreto

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Jean Genet, um anjo nas trevas - Café Cultural - Pinacoteca Benedito Calixto




A Pinacoteca Benedito Calixto convida para o primeiro encontro do projeto "Café Cultural" - eventos dedicados a literatura e ao pensamento - em 15/01 - das 17 as 19 hs.

"Jean Genet, um anjo nas trevas"

Com leitura e apresentação do escritor Flávio Viegas Amoreira, participações do ator
Junior Brassalotti e acompanhamento musical do grupo experimental Percutindo Mundos e Alessandro Atanes, o evento homenageará a vida e obra de Jean Genet, maior dramaturgo e romancista francês da segunda metade do século XX, celebrando o centenário do autor de "O Balcão", uma das peças mais encenadas no Ocidente e de romances como "Diário de um ladrão", "Querelle" e "Nossa Senhora das Flores".

Romancista, poeta, dramaturgo, polemista, agitador e militante político, Genet foi uma das figuras mais controversas do pensamento francês nos últimos tempos ao lado de Sartre e Albert Camus.


Pinacoteca Benedito Calixto
Av. Bartolomeu de Gusmão, 15 - Santos /SP
Café Cultural
"Jean Genet, um anjo nas trevas"
15/01 - 17 as 19 hs
organização: Flávio Viegas Amoreira.
Entrada Franca

"Imaginem uma criança abandonada no nascimento, entregue a um orfanato e aos 8 adotado por uma família de camponeses; aos 10 anos acusado de furto enviado a reformatório: acaba encarnando o papel que a sociedade o imputa, torna-se ladrão. Cresce em meio a marginais, exilado como um errante pela Europa no entre-guerra, cai na mendicância e no submundo: seu desejo amoroso homossexual era um agravante para uma sociedade ainda não aberta a afetividades incompreendidas. De prostíbulos a prisões, aos 30 anos descobre a literatura em contato com intelectuais encarcerados pelos nazistas; lê Proust e nos calabouços de Paris nasce o maior dramaturgo francês do século XX e um dos maiores romancistas do Ocidente. Colocado em liberdade pela ação de Sartre, Camus e Cocteau, molda a figura do maldito sacralizado: com Lautréamont, Rimbaud, Artaud, o quarteto de “poetas malditos”. Descobri Genet aos 15 anos lendo Nossa Senhora das Flores, Diário de um ladrão e Querelle, seguido impacto de ler o libertário André Gide e assistir ao clássico de Fassbinder, o mesmo Querelle interpretado por Brad Davis, Franco Nero e a maior atriz européia viva: Jeanne Moreau. Bom! um artigo não é uma Wikipédia, expresso tanto devo à obra de Genet e convite a seu universo. No Brasil, Genet foi descoberto por Patrícia Galvão: sempre Pagu! No teatro, O Balcão, um primor de simbolismos sociais e existenciais, adaptada em plena ditadura, dirigida pelo argentino Victor Garcia, produzida por Ruth Escobar que hospedou Genet, contou no elenco estelar com 2 santistas: Sérgio Mamberti e Jonas Mello. Genet era poesia em todos suportes, gêneros; um autor que expôs as vísceras da condição humana, sem nenhuma concessão à burguesia, denunciou a hipocrisia dos mecanismos sociais e a intransponível solidão de almas variando entre a santidade e a torpeza. A solidariedade entre dois indigentes esmolando pelas ruas de Barcelona em O diário de um ladrão talvez seja uma das mais pungentes páginas da generosidade entre a degradação que li. Genet deve ser redescoberto, novamente encenado e para compreendê-lo duas senhas: Saint-Genet de Sartre e Genet: uma biografia de Edmund White. Consagrado, seguiu transgredindo, escandalizando, provocando. Mas à Genet tudo era permitido: colecionou amantes, mas era pela palavra que atingia o êxtase se despindo em poderosas metáforas. Genet traça um panorama fiel da atmosfera das cidades portuárias: o crime, a traição, a volúpia são brumas que envolvem o cais de Brest, a costa de Tanger ou ladeiras de Marselha. A lascívia do marinheiro, a sordidez do bandido, o sacrifício do monge : “Querelle tinha então o sentimento de uma outra solidão: aquela de sua singularidade criadora”. Xangai, Casablanca, Hamburgo: a Arte viceja no deserto, numa cela promíscua, monástica e especialmente no grande elemento que nos espelha, artistas: o Oceano-Mar. Wilde dizia que a sociedade pode perdoar até o criminoso, jamais o artista: nada mais subversivo em nosso mundo onde tudo deve servir para algo, que a Arte, essa subversiva “inutileza” para quem não sente profundo. Batedor de carteira, gigolô, Genet nunca foi aceito pela “boa sociedade” por ser artista. Os gregos, Cervantes, Wilde, Tennessee Williams; Genet foi último a expor vísceras do Homem no virtuosismo frásico. Genet deve ser lido para compreendermos dois atributos humanos insondáveis: a consciência e a crueldade. 19 de dezembro, Genet 100 anos!

1980, puta tesão por Brad Davis desde O expresso da meia-noite e me sentindo Franco Nero, aquele Aschenbach de Genet roubado de Thomas Mann espreitando a macheza de “Querelle”. Só um homem do mar, um costeiro, um maldito, homem com desejo por homens é capaz de tornar palpável Genet? Talvez! Mas não curto reducionismo, amor Henry Miller, e não fui acostumado com tantas bucetas como o autor de Trópico de Cancêr. Importa a poeticidade de um Proust avesso: frase por frase, Genet compõe um inventário de sensações, de tatos, epidermes: os lábios e o cu, as coxas, o toque dos fluídos, a sordidez ritualizada como ascese:

Genet sabe que enrabar é de uma subversão deleuziana? Genet nunca leu Deleuz, caralho! Mas intuía a possibilidade de rompimento no coito sem fecundação. “Filhos pelas costas é ele quem faz. Ele dá um gosto perverso (quem nem Freud nem Marx jamais deram a ninguém, ao contrário): o gosto para cada um de dizer coisas simples em nome próprio, de falar por afetos, intensidades, experiências, experimentações. Dizer algo em nome próprio é muito curioso, pois não é em absoluto quando nos tomamos por um eu, por uma pessoa ou um sujeito que falamos em nosso nome”.

Falo de Genet como quem toca um instrumento de ouvido: sem Wikipédia! Sem academicismo! Mas adoro essa passagem das Conversações de Deleuze. Antecedentes? A balada dos enforcados, de François Villon, anuncia Genet 700 anos nesse jogo de cutucar a ver se fura o muro espesso do engessamento de emoções por sistemas, dogmas e estratificações. Mas Genet curtia a lei a negando: tinha tesão também na hierarquia, só por ela é capaz de fazer o contraponto pela perversão. O crime é refém indissociável da lei. Genet pede ser lido ao som de Henyrk Górecky ou Arvo Part: é um missal, liturgicamente indefeso diante da sociedade onde foi posto: Genet vomita asco, regurgita nexo: é um decodificador de indignações. “Gêner” em francês, bem me lembra o amigo e escritor Jediel Gonçalves, é incomodar: ninguém assustou tanto e demoliu ortodoxias quanto Genet. “A ideia de homicídio evoca frequentemente a ideia de mar, de marinheiros. Mar e marinheiros não se apresentando com a precisão de uma imagem, é antes o homicídio que faz a emoção inundar-nos por ondas. Se os portos são o palco repetido de crimes, a explicação disso, que não levaremos a cabo, é fácil: mas numerosas são as crônicas onde se sabe que o assassino era um navegador falso ou verdadeiro; e se ele é falso, o crime por sua vez tem relações mais estreitas com o mar”. Essa abertura de Querelle que me fascina como os textos de Conrad ou Stevenson sobre o oceano e suas implicações estéticas e mesmo ideológicas no sentido amplo duma ética auto-erigida sobre os escombros do conformismo que os homens de bordo vem amesquinhar o cotidiano dos gentis homens de terra firme sob os alicerces da caretice consentida.

“Compara o masturbador solitário na prisão com o escritor inspirado. Sonha com um homem sádico poderoso e impiedoso, e seu Ganimedes bonito e louro. Eleva o amor homossexual em geral e a felação em particular, usando figuras poéticas derivadas de Villon, Ronsard, Baudelaire e Rimbaud” - assim narra Edmund White: o escritor é o autor em palavras de uma felação ou ejaculação masturbatória com acaso da criação forjado por um prazer inumano de expressão: erotismo do discurso exorbitado da significação usual das coisas dadas e convencionadas. A lei, a ordem! Como necessitam do álibi avesso da transgressão para perpetuar sua tirania: “Se não houvesse juiz, onde iríamos parar? Mas se não houvesse ladrões...” - diz o próprio magistrado em O balcão. É Genet quem sentencia nossa condição de desterrados: “Estamos todos condenados a uma reclusão solitária no interior de nossa pele”. Ele nos diz da intransferibilidade, impermeabilidade irredutível de nossos sentimentos e sensações mais recônditas: ninguém sabe o que é sentir além do seu testemunho do sentir. Segue Genet nos apontando: “É a realidade que vocês tem diante de si que é uma ilusão e o que vocês captam em minha ficção teatral é a análise lúcida da sua sociedade apodrecida”. Na costura de meus espantos recebe a unção da escritura: o inferno na vida é um homem é o deserto de amor, o oásis do amor é desespero desejante. Genet queria: a interdição traçava o verbo. Não o desconsolo, o desespero, não o vazio, o esgotamento. Sartre é insuperável: O que desejava ele dizer, exatamente? Que estava se perdendo em si mesmo, não conseguia sentir-se culpado e, entretanto, esforçava-se para julgar-se severamente, que parecia se ao mesmo tempo um monstro e uma vítima inocente, que não confiava mais na na sua vontade de corrigir-se e entretanto tinha um medo terrível do seu destino, que sentia vergonha, desejava que sua falta se apagasse, mesmo sabendo irremediável, que morria de vontade de amar, de ser amado, e sofria, acima de tudo com essa exclusão atroz e incompreensível, que suplicava ser reintegrado ao seio da comunidade e que o deixassem recuperar a sua inocência. “Toda coragem era do menino buscando remissão: um senso católico, martiriológico e uma misoginia que remetia à um paixão pela virgem não profanada: a mãe desconhecida. Genet era, como homossexual, absolutamente masculino: não queria ferir a imaculada visão inatingível da mulher. Genet me fez entender aspectos vitais em minhas idiossincrasias: Genet nega o viado e exalta o sodomita ritualístico: não se prende a apetrechos, é todo ele um ser inteiriço em seu estilhaçado desconforto. O amor de indigentes em Diário de um ladrão: “Os piolhos nos habitavam. Os meus amores com Salvador duraram seis meses. Não foram os mais estonteantes, mas foram os mais fecundos. Eu conseguira gostar do corpo frágil, do rosto inexpressivo, da barba rala e ridiculamente plantada. Salvador tomava conta de mim, mas durante a noite, à luz da vela, eu procurava nas costuras da sua calça os piolhos, os nossos piolhos”. Dois mendigos, dois pederastas amantíssimos! Não viadinhos “fashions” ou entendidos “descolados”. Sodoma em Genet é o purgatório para chegar ao Paraíso do amalgamento do espírito: Genet busca ser rocha, rio, santificado nome pela palavra para completude no verbo, impossibilitada pela plenitude do corpo impenetrável sem a força do espírito. Saúdo Genet, como um fiel enobrece seu mago andante."

texto de Flávio Viegas Amoreira no portal Cronópios: http://www.cronopios.com.br/site/artigos.asp?id=4848

Flávio Viegas Amoreira, escritor, jornalista e crítico literário, já lançou 8 livros entre poesia, contos e romance. Faz parte da denominada “Geração 00”, representantes da Novíssima Literatura Brasileira. Atua em movimentos de direitos GLS e em defesa de políticas públicas para Cultura. Email: flavioamoreira@uol.com.br

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Márcio Barreto participa da Feira de Autores da Mata Atlântica

A Secretaria de Cultura de Guarujá convida todos, a participar da FEIRA DE AUTORES DA MATA ATLÂNTICA, que se realizará na Praça dos Expedicionários ( Ao lado da Secretaria de Turismo) nos dias 07 a 30 de janeiro sempre as sextas, sábados e domingos das 14 às 20 horas.

"De três coisas precisa o homem para ser feliz: benção divina, livros e amigo." (Henri Lacordaire)

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Perfil Literário - Rádio UNESP FM - entrevista Márcio Barreto (Percutindo Mundos)

Oscar D´Ambrosio - coordenador de imprensa da Unesp, e responsável pelo programa Perfil Literário - Rádio UNESP FM, entrevista Márcio Barreto (Percutindo Mundos), sobre o lançamento do livro "O Novo em Folha" e sua atuação como músico, compositor, dramaturgo, pesquisador e produtor cultural. A entrevista aconteceu no dia 03 de janeiro as 14 hs em São Paulo. Com mais de 150 entrevistados como Ignacio Loyola de Brandão, Moacyr Scliar, Flávio Viegas Amoreira, entre outros, o programa é uma rica fonte de pesquisa e uma ótima oportunidade para conhecer os sonhos e as realidades dos mais variados escritores e artistas contemporâneos.







Sobre o "Perfil Literário"
fonte: http://perfilliterario.wordpress.com/sobre/

"A literatura e a vida têm dois elementos em comum: o mistério e o sonho. Cada um de nós talvez nasça com um sonho imenso, que vai sendo podado pouco a pouco pela família, escola e trabalho. Não se trata de ações intencionais ou de uma teoria da conspiração, mas simplesmente da maneira como diversas instâncias reagem a tudo aquilo que foge ao cotidiano estabelecido.
Este blog é exatamente sobre sonhos. Cada escritor entrevistado para o programa Perfil literário, divulgado pela Rádio Unesp FM, dá ao seu sonho uma forma e revela assim parte de seu mistério, pois acreditar naquilo que se imagina é um projeto de vida, uma vereda em que a riqueza das questões supera as certezas das respostas.
O maior sonho está em manter a capacidade de perguntar, impedindo o conformismo e a acomodação. Ao perscrutar sonhos literários, me conheço melhor e aprendo a compreender e respeitar o sonho do outro.

Por isso, esta jornada poética pelo mundo dos sonhos apresenta diversidade de soluções e de temas. As entrevistas aqui reunidas estimulam a ver o sonho do outro como espelho do nosso.
Conhecer sonhos alheios gera um adensamento do nosso sonho, talvez recôndito, talvez evidente, mas portador do poderoso fluir da seiva da vida."

Oscar D’Ambrosio, jornalista e mestre em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Unesp, integra a Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA- Seção Brasil). É responsável pelo conteúdo da página www.artcanal.com.br/oscardambrosio

Ouça entrevistas do Perfil Literário em:

http://aci.reitoria.unesp.br/radio/perfil_literario/

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

O Novo em Folha - literatura e música

Márcio Barreto - Percutindo Mundos, lança livro "O Novo em Folha" no Sarau Santista em 26 de janeiro - Pinacoteca Benedito Calixto - Santos /SP


"O Novo em Folha" trata da suscetibilidadade poética aos multimeios e multilinguagens, miscigenando significados e construindo novas relações entre imagem, palavra e sonoridade. O nomadismo levado ao seu âmbito primeiro re-significando identidades culturais e provocando novos olhares e reflexões acerca do específico e seus universos em movimento. Um passeio por paisagens sonoras, onde a literatura mistura-se à música e à filosofia, unindo o ancestral ao contemporâneo.

A edição é inspirada nos trabalhos desenvolvidos na América Latina através de Sereia Ca(n)tadora (São Vicente, Santos – Brasil), Dulcinéia Catadora (São Paulo – Brasil), Eloisa Cartonera (Argentina), Sarita Cartonera (Peru), YiYi-Jambo (Paraguai), Yerba Mala (Bolívia), Animita (Chile) e La Cartonera (México).

Edições Caiçaras é uma realização do Instituto Ocanoa e Projeto Canoa.

Capas feitas a mão com material reciclado.









Foto do título:
Biga Appes

Encadernação:
Galeno Malfatti, Márcio Barreto

Capa e Planejamento Gráfico:
Márcio Barreto


O livro acompanha DVD com videos-poemas e músicas do Percutindo Mundos.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Pó de Estrelas




E o mundo tornando-se cada vez mais conciso.

Interessante iniciativa do site http://www.mv30.net/ - afinal de contas temos tanta informação pelo mundo que esquecemo-nos da brevidade. Falando nisso, as inscrições vão até 28 de novembro.


MOSTRA DE VÍDEOS DE 30 SEGUNDOS

http://www.mv30.net/

CONCEITO


O que você faz em trinta segundos? Esse é o desafio. Expresse sua arte em meio minuto.


O objetivo da mostra é que montar um acervo com vídeos de arte de trinta segundos que não sejam voltados para o consumo de bens e serviços. Eles serão exibidos na 9ª Expo Brasil Desenvolvimento Local para um público de empresas privadas, organizações, poder público e pessoas físicas de diversas partes do Brasil.


Mas a mobilização continua após a Expo Brasil. O propósito é que outros parceiros se juntem ao MV30 e promovam e exibição dos vídeos nos mais diversos eventos e canais de veiculação.


Envie seu vídeo de trinta segundos para mostravideosde30@gmail.com até 28 de novembro de 2010. Ele pode ser selecionado para passar nos intervalos das atrações da 9ª Expo Brasil Desenvolvimento Local a ser realizada de 1 a 3 de dezembro no Centro de Conveções SulAmerica, Rio de Janeiro, e em outros meios de comunicação.



REGULAMENTO


Cada participante pode inscrever quantos vídeos quiser. A temática é livre e o vídeo pode ser apresentado em qualquer língua. É necessária a legendagem em português, mesmo dos filmes que sejam executados em língua portuguesa, para garantir a compreensão e a acessibilidade.


Os vídeos deverão ter impreterivelmente 27 segundos (os três segundos restantes serão usados para a assinatura MV30). Enviar e-mail para mostravideosde30@gmail.com contendo ficha técnica completa e um arquivo em vídeo com extensões avi, mpeg, mov ou wmv, de no máximo 10MB. O ideal é que ele seja enviado com a maior qualidade possível. Ao inscrever uma obra o autor/produtor/diretor se responsabiliza legalmente pela veracidade das informações fornecidas na inscrição, assim como pelos direitos autorais, de titularidade e de liberação para exibição pública da obra no evento. Não há limite de inscrição por autor/produtor/diretor.



O produtor/autor/diretor do filme, ao inscrever o vídeo para a seleção da Mostra estará concordando com este regulamento e com a futura exibição não-remunerada da obra. O responsável pelo filme também oncordará com a exibição do filme nas itinerâncias da MV30 em todo território nacional/internacional e em quaisquer meios e veículos de comunicação, desde que tais ações sejam de caráter cultural e não-comercial.


Os vídeos selecionados estarão disponíveis em 1 de dezembro de 2010 no site oficial da Expo Brasil, assim como no canal oficial MV30 no YouTube. Os autores serão avisados por e-mail da seleção de seus vídeos.