sexta-feira, 9 de março de 2012

Percutindo o Samba - história e poesia

"Percutindo o Samba"

A apresentação refaz a trajetória do samba desde a umbigada, o jongo, o samba de roda, passando pelas músicas inesquecíveis de Donga, Ataulfo Alves, Cartola, Candeia, Zé Ketti. Além dos autores consagrados o grupo apresenta suas composições inspiradas no que denomina de samba calunga. Marcado pela percussão e experimentação o samba aparece com nova roupagem, interpretação teatral e dança levando ao público a beleza do ritmo que nos torna mais brasileiros.

Repertório

Viola, meu bem - Edith do Prato (domínio público)
Eu já amei bastante - batuque de umbigada (domínio público)
Pelo Telefone - Donga
Sinhá Dona de Casa - Candeia
Na Cadência do Samba - Ataulfo Alves
Alvorada - Cartola
Volta por Cima - Paulo Vanzolini
Nega Dina - Zé Ketti
Diz que fui por aí - Zé Keti
Samba da coca-cola - Percutindo Mundos
Dalai Lama ou a volta que o mundo dá - Percutindo Mundos
Mundo Samba - Percutindo Mundos

Duração: 60 minutos

Gênero: Intervenção Artística

Faixa Etária: Livre

Instrumentação: Surdo, Djembe, Tan-tan, Pandeiro, Tamborim, Prato, Frigideira, Reco-reco, Ovinho, Ganzá, Cuíca, Berimbau, Quimbau, Viola, Cavaquinho, Banjo

Integrantes: Célia Faustino, Felipe Faustino, Jean Ferreira, Jorge Lampa, Léo, Márcio Barreto, Wylmar Santos

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

As paisagens litorâneas de Evandro Angerami


As paisagens litorâneas de Evandro Angerami são o resultado de um caminhar por texturas, planos e gestos pictóricos. A expressão do seu fazer está na maneira como consegue transmitir a sua visão de mundo para o universo da pintura. Existe uma manifestação interior marcada pela forma lírica de observar o exterior.
Ocorre a transmissão de uma intensidade espiritual que se dá no ato de erguer uma dimensão plástica em cada quadro. Isso significa trabalhar com os materiais de modo a obter resultados visuais caracterizados pela convicção de um trabalho progressivamente maduro.

Mestre em Artes Visuais. New York Studio School of Painting, Drawing and Sculpture. (NYSS), de Nova York, EUA, e licenciado em Artes Visuais pelo Centro Universitário de Belas Artes de São Paulo, Angerami, ao freqüentar os ateliês de Aldemir Martins e Rubens Matuck desenvolveu a técnica e o olhar.
Dessa combinação surgem trabalhos pintados in loco, iniciados ao vivo e terminados no ateliê ou totalmente produzidos entre quatro paredes.

(Oscar D’ Ambrosio)


Abertura 08/03 as 19:30 com apresentação do grupo Percutindo Mundos (21:00)
Aberto ao público de 09/03 a 01/04/12
Pinacoteca Benedito Calixto
Av. Bartolomeu de Gusmão, 15 - Santos SP

Vista da Praia Grande # 40 - Evandro Angerami

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Resenha de Cláudio Daniel sobre a Pequena Cartografia da Poesia Brasileira Contemporânea - Marcelo Ariel (org.) - Edições Caiçaras


" Pequena Cartografia da Poesia Brasileira Contemporânea (São Vicente: Edições Caiçaras, 2011) é uma antologia organizada por Marcelo Ariel que reúne sete autores jovens, que vêm publicando seus poemas em blogues, sites e revistas eletrônicas comoGermina, Pausa e Zunái. A internet é o veículo mais atualizado e pluralista para a divulgação da poesia, e nela encontramos as vozes criativas e inquietantes de nossa produção literária, que chegam aos leitores sem a mediação dos cadernos culturais da imprensa diária, cujos critérios de escolha são influenciados pelolobby das grandes editoras e pelas tendências hegemônicas na política literária. Não encontramos hoje veículos como o Jornal do Brasil dos anos 50, que contava com críticos como Mário Faustino, ou o Folhetim dos anos 80, que publicava resenhas de Paulo Leminski. Quem estiver em busca de informação estética nova ou de reflexão crítica atualizada perderá o seu tempo folheando as páginas da Folha de S. Paulo ou da revista VEJA, mas encontrará diferentes vozes, estilos, temas e mitologias criativas no ciberespaço.

Na apresentação da Pequena Cartografia, objeto artístico artesanal com o belo projeto gráfico elaborado por Márcio Barreto, o organizador da antologia diz: “A internet possui muito do artesanal e se harmoniza com práticas de edição como a desta Edições Caiçara, a internet é um esboço dos circuitos telepáticos do cérebro, trata-se da costura de fios visíveis e invisíveis. Nesta seleção que é uma pequena tentativa de realizar um recorte pessoal do que considero o mais representativo da poesia brasileira contemporânea, poemas de Marceli Andresa Becker, Katyuscia Carvalho, Lucila de Jesus, Ângela Castelo Branco, Maiara Gouveia e Daniel Faria formam este pequeno livro, pequena tessitura, que na verdade é a construção de um pensamento sobre a poética dos autores selecionados e sobre a minha própria poética, porque esta fronteira entre nós e os Outros foi a primeira a desaparecer quando alguém disse a palavra ‘Poeta’ pela primeira vez”.

O depoimento do autor, que reproduzimos aqui, merece destaque por desmistificar o suposto “distanciamento” ou “neutralidade” que alguns acreditam ser o princípio regulador de tais escolhas; nenhuma antologia é neutra, nenhuma é definitiva ou imparcial. Toda mostra é parcial, deriva de conceitos estéticos e critérios de gosto pessoal de quem a organizou. Longe de ser um pecado heurístico, peculiar às obras do gênero, a parcialidade é uma confissão de honestidade e de rigor intelectual, que não admite concessões: toda escolha de autores e textos criativos é uma operação crítica, é uma visão curatorial da produção literária de um período, e como tal deve tomar partido, sim, elencando os trabalhos de mais destacada elaboração estética, de acordo com os princípios teóricos, metodologia e grau de subjetividade do curador.

Todas as antologias são incompletas e sujeitas à discussão; por isso mesmo a existência de diferentes recortes críticos de um mesmo período histórico é enriquecedor, não apenas para a batalha de ideias, o confronto de diferentes teorias, mas também para a correção de eventuais exclusões, causadas, não raro, pelo desconhecimento. Não é possível avaliar todos os poetas de uma determinada geração sem um distanciamento temporal, para que o crítico possa consultar o conjunto da obra de cada autor, as revistas literárias publicadas na época, antologias, resenhas e outros textos que forneçam sinais luminosos sobre a produção do período. A empreitada de Marcelo Ariel é altamente arriscada exatamente por isso: ele se dispôs a fazer uma pequena cartografia do que se faz hoje pela mais nova safra de poetas brasileiros, quase todos sem fortuna crítica e inéditos em livro. Esta é uma intervenção cultural perigosa, e ao mesmo tempo excitante e necessária, que apresenta para nós um pequeno número de autores significativos, que trabalham a linguagem poética de modo consistente, rigoroso e inventivo.

Quase todos os poetas incluídos por Marcelo Ariel em sua breve antologia revelam um certo grau de hermetismo, derivado de leituras de Heberto Helder, Paul Celan, Lezama Lima e do Neobarroco: é o caso, por exemplo, de Daniel Faria (“Sangue / de espelho líquido. // Os intermináveis gestos / opacos / da cidade que se joga / sobre os meus braços”) e de Marceli Andresa Becker (“a fome que tenho se come / porque há saída nenhuma / na voz”). Pertencem a esta mesma linha criativa poetas como Andréia Carvalho, Diogo Cardoso, Adriana Zapparoli e Roberta Tostes Daniel, que mereciam estar incluídos neste volume.

O “artesanato furioso” (Marino) de nossa poesia mais recente tem revelado uma força semântica e imaginativa que contrasta com a lírica morna e insossa da linha coloquial-cotidiana, hegemônica nos cadernos culturais, que tem como ícone o livro Elefante, de Francisco Alvim, que recicla o poema-piada e o poema-crônica-de-jornal já exauridos em nosso Modernismo, quase um século atrás. Desafinando o coro dos contentes, a poesia jovem traz de volta as imagens fortes, ambíguas, monstruosas, os ritmos sensoriais, o léxico inusitado e a invenção sintática, levando a poesia para o seu terreno natural, o da encantação e do estranhamento. Quem tiver dúvidas de que a poesia é uma forma de magia, que leia com mais atenção os versos de Marceli Andresa Becker: “inviolado pelo espelho. / (mas se cantar / é cantar contra ouvido e pele, tempo de fibras, / mas se beleza é tu contra carne, / então cantar, cantar, pra te fazer / pedaços)”. Ou ainda, de novo, Daniel Faria: “só se for na beira da praia, lá dentro / a pura monotonia, os dentes da maresia, / que absolutamente não canta, saltam do verde e liso mar / e ferem seus olhos, lambem seus dentes, apodrecem sua boca”.

Em outros poetas incluídos na Pequena Cartografia, como a carioca Camila Vardarac, encontramos o poema em prosa de imagens rápidas, alucinadas, o discurso em jorro contínuo, que de imediato nos remetem à poesia beat e ao surrealismo; porém, há algo mais na escrita da autora, que sugere um diálogo com a estrutura comunicativa dos novos meios eletrônicos, como se palavras e frases fossem os cenários de um videoclip: “cotovelos sobre cacos de vidro retêm as palavras enquanto o / sangue foge, desenho as letras do seu nome dentro do coração / transformado em origami de caveira”. Imagens rápidas e fortes de um brutalismo que se aproxima ainda das artes visuais (lembremos aqui de Francis Bacon e do traço sombrio de quadrinhistas como Bill Sienkiewicz). Uma poeta que dialoga com o simbolismo, o surrealismo, a lírica portuguesa e os seus próprios gritos interiores é Katyuscia Carvalho, capaz de criar metáforas intensas e raras como estas: “Aprofundar interiores / Inconter silêncios / Apalpar um grito que / não terminou / amputado por alguma canção / que soou mais profunda” ou ainda “Um dia encontrarão / os fósseis rupestres / de uma saliva já extinta / virão tradutores / e ólogos e istas / capitalizarão: / (beijos cravados na rocha)”.

Ângela Castelo Branco, poeta e artista plástica, resistiu à tentação de simular paisagens na escrita, fazendo a sábia escolha de pintar o pensamento com todas as flores da fala. A sua poética é a da música do pensamento, mais irônica do que metafísica, mais fragmentária do que sistêmica, e nela recolhemos versos de alto impacto como estes: “Feito: costura de retalhos. Chão sujo de fiapos, retirar o que / não é composição. (...) / Qual o instrumento, qual o instrumento que acontece uma mulher?”

A construção minimalista, voltada ao retrato fragmentário de paisagens, objetos e sensações, mas evitando reverberações estilísticas derivadas de uma leitura ingênua da Language Poetry, está representada na poesia de Maiara Gouveia e Lucila de Jesus, poetas que elaboram artesanatos de alta densidade semântica. Em Lucila, há uma presença maior do humor, da ironia, do paradoxo e do non sense, como nestas linhas: “Os velhos e / as formigas / são invisíveis”; “O amor ansiado / é negro / branco / e amarelo”; “Tudo o que sei / sei sem saber. / Não aprendi, / só encontrei. / É que nasci / com os tendões / hiperextendidos”. Maiara, por sua vez, é mais elíptica, lacônica, não recusa os desafios da sintaxe e nos apresenta insólitas construções verbais, como esta: “escamas de peixe / medeias em fuga / cabelos vivos / no côncavo dos séculos // (a música) / de águas-medusa / guelras / ou ábaco líquido / (a mística do cálculo) / em ondas, em orlas / linhas tortas inúteis // onde o livro-transparência / arde / até os rins”.

A breve seleção de poemas organizada por Marcelo Ariel é sedutora, instigante e nos faz pensar sobre os augúrios das sibilas do apocalipse, para quem a poesia brasileira contemporânea está sempre “em crise” – estratégia de legitimação do cânone estabelecido pela negação insípida da poesia mais recente. A Escola do Ressentimento, que tanto mal faz à nossa crítica literária, é desmentida por obras inteligentes e corajosas como a de Marcelo Ariel, que nos brinda com uma feliz reunião de poetas e poemas." -

Claudio Daniel, poeta, tradutor e ensaísta, nasceu em São Paulo (SP), em 1962. Publicou os livros de poesia Sutra (edição do autor, 1992), Yumê (Ciência do Acidente, 1999), A sombra do leopardo (Azougue Editorial, 2001, prêmio Redescoberta da Literatura Brasileira, oferecido pela revista CULT) e Figuras Metálicas (Perspectiva, coleção Signos, 2005). Em 2004, lançou o Romanceiro de Dona Virgo, volume de contos (Lamparina Editora). O autor publicou também a antologia Na Virada do Século, Poesia de Invenção no Brasil (Landy, 2002), organizada em parceria com Frederico Barbosa. Como tradutor, publicou a antologia Jardim de Camaleões, A Poesia Neobarroca na América Latina (Iluminuras, 2005), além de volumes com traduções de José Kozer, Eduardo Milán, León Felix Batista, Reynaldo Jiménez e Víctor Sosa. Em 2004, foi um dos curadores do evento Encontros de Interrogação, promovido pelo Instituto Itaú Cultural, e em 2006 organizou a Galáxia Barroca, Encontro de Poetas Latino-Americanos. No exterior, participou das antologias New Brazilian & American Poetry (revista Rattapallax n. 9, New York, 2003), organizada por Flávia Rocha e Edwin Torres, Pindorama, 30 Poetas de Brasil (revista Tsé Tsé n. 7/8, Buenos Aires, 2001), com seleção e tradução de Reynaldo Jiménez, e Cetrería, Once Poetas Brasileños (Casa de Letras, Havana, 2003), organizada e traduzida por Ricardo Alberto Pérez. Claudio Daniel reside em São Paulo, onde atua na área editorial e jornalística. É editor da revista eletrônica de poesia e debates Zunái, junto com Rodrigo de Souza Leão. Seu blog na Internet é http://cantarapeledelontra.zip.net

fonte: http://teatrofantasma.blogspot.com/2012/02/resenha-de-claudio-daniel-sobre-pequena.html

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Homo Ludens - Projeto Cultura Livre SP

Selecionado para o Projeto Cultura Livre SP, "Homo Ludens - fluxos, lugares e imprevisibilidades" cumprirá uma agenda de apresentações em vários parques de São Paulo. A primeira apresentação acontecerá em 12/02 as 13 hs no Parque da Juventude - Santana - SP.

Em sua pesquisa o jogo da improvisação na dança e na música é o ponto de partida para a criação de intervenções urbanas. Os gestos instigam um novo olhar sobre a paisagem, os movimentos dos intérpretes no ambiente quebram a rotina e conduzem a uma reflexão sobre a transformação do espaço.

O Núcleo de Pesquisa do Movimento – Imaginário Coletivo de Arte tem como objetivo fortalecer e propagar a “arte contemporânea caiçara”, de modo a valorizar as raízes culturais provenientes do litoral paulista e, ao mesmo tempo, inseri-las na contemporaneidade.

Realização: Núcleo de Pesquisa do Movimento - Imaginário Coletivo de Arte
Concepção e direção: Célia Faustino, Edvan Monteiro, Márcio Barreto
Intérpretes-criadores: Célia Faustino, Edvan Monteiro, Flávia Sá,
Jean Ferreira, Márcio Barreto
Criação sonora: Percutindo Mundos
Músicos: Márcio Barreto,Tarso Ramos, Alessandro Atanes
Figurino: Núcleo de Pesquisa do Movimento - Imaginário Coletivo de Arte
Fotografia: Christina Amorim
Duração: 20 minutos



Sobre o Cultura Livre SP

O Cultura Livre SP é uma iniciativa da Secretaria de Estado da Cultura em parceria com a Secretaria do Meio Ambiente. Até o final do verão, em março de 2012, o projeto promoverá programação cultural gratuita em sete parques e espaços públicos da cidade, sempre aos finais de semana. As atividades acontecem na Praça da Esperança do Hospital das Clínicas (região central); Parque da Juventude e Horto Florestal (zona norte); Parque Villa Lobos (oeste); Parque Ecológico do Guarapiranga e Zoológico (sul); e Parque Ecológico do Tietê (leste).

Todas as informações sobre o projeto Cultura Livre SP estão disponíveis no site www.culturalivre.sp.gov.br. Lá, é possível cadastrar o e-mail para receber informações semanais sobre a programação e conferir fotos e resumos de cada atividade.

sábado, 28 de janeiro de 2012

I Encontro Paulista de Pesquisadores da Cultura - USP



O I Encontro Paulista de Pesquisadores da Cultura, promovido pela Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, acontece dias 9 e 10 de fevereiro, sendo aberto ao público e gratuito. O evento é um esforço da Escola para mapear e organizar os eixos e temas de pesquisa que estão em desenvolvimento na área de cultura.

Selecionados para o encontro o "Imaginário Coletivo de Arte" e o "Instituto Ocanoa" falarão sobre suas pesquisas sobre Identidade Cultural e Arte Contemporânea Caiçara, analisando seus conceitos em Música, Dança e Teatro. Márcio Barreto, fundador do Coletivo e do Instituto Ocanoa, pesquisa a Cultura Caiçara desde 2007 e já proferiu palestras sobre o tema na UNESP (campus São Vicente), UNIFESP (campus Santos)e na Casa da Cultura de Paraty (Rio de Janeiro), além de divulgar o tema no SESC Santos, SESC Bertioga, Oficinas Pagu e em escolas públicas do litoral paulista. Adriane Almeida Pintos falará sobre as experiências com arte e educação no projeto "Arte e Meio Ambiente" desenvolvido na Escola Municipal Lucio Rodrigues junto com Márcio Barreto.

Confira abaixo as Mesas onde os dois apresentarão seus trabalhos no dia 09/02:


MESA 07: IDENTIDADES

10:15 às 12:00

Nádia Socorro Fialho Nascimento
Universidade Federal do Pará – UFPA
Trabalho e cultura na Amazônia: elementos para uma discussão

Alberto Luiz dos Santos
Instituto de Geociências – IG – UNICAMP
Territorialidade e Identidade Cultural: Um estudo sobre o a Aldeia Kopenoti – Território Indígena Araribá – Avaí / SP

Davy Alexandrisky
CAMPUS AVANÇADO (ONG)
Quilindo Quilombo
(Prêmio Interações Estéticas)

Márcio Barreto
Instituto Ocanoa / Imaginário Coletivo de Arte / Núcleo de Pesquisa do Movimento / Edições Caiçaras
A arte contemporânea caiçara


Marina Rossetti Barretto Ribeiro
Ponto de Cultura Casa da Sesmaria
Sesmaria da Zabelônia: Desmembramentos e Ocupação


MESA 09: MEDIAÇÃO, ARTE E EDUCAÇÃO

10:15 às 12:00

Marcia Cristina Polacchini de Oliveira
Universidade Presbiteriana Mackenzie
Arte em cena: uma proposta de teatro – educação na escola pública

Mariza Pinto
Grupo Ecológico e Cultural Tio Pac
Gec – Escola: uma experiência audiovisual em escola pública

Emerson Izidoro dos Santos
Estação Ciência – USP / Programa
Interunidades em Ensino de Ciências – USP
A ciência (e seu aprendizado) dentro e fora da escola: Uma visão sociocultural da divulgação e do ensino de ciências.

Adriane Almeida Pintos
Prefeitura de São Vicente
A percepção da aprendizagem em ciências através da arte


Sérgio de Azevedo
Fundação das Artes de São Caetano do Sul – FASCS
[Arte(Gestão)Educação]



Segundo Pablo Ortellado,organizador do encontro, "como a cultura é uma área interdisciplinar, produz-se muito material sobreposto ou complementar. A título de exemplo, se os pesquisadores não se conhecem, pode acontecer de dois deles estarem pesquisando o mesmo tema. Mas porque não se conhecem, não trocam experiências, o que faria as pesquisas de ambos avançarem mais rápido. Justamente por isso, preferimos não definir o que é cultura e chamar os pesquisadores para apresentarem o que estão fazendo. Nosso objetivo é fazer uma primeira prospecção da pesquisa na área”.


A programação completa pode ser conferida em:


http://www.pesquisaemcultura.org/?page_id=153



fonte: Paulo Fávari em 17 de janeiro de 2012- Cultura, USP Online - Destaque

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Ácidos Trópicos - Teatro Guarany - 20 dez - 21 hs

Depois de elogiada estréia o espetáculo "Ácidos Trópicos" retorna com apresentação no palco do Teatro Guarany em 20 de Dezembro as 21 horas.

Com a idéia de homenagear e difundir o interesse pela obra de Gilberto Mendes e exercitar a criatividade coletiva através da música-teatro gilbertiana e seus desdobramentos, "Ácidos Trópicos" nos leva a um mundo imaginário onde a fantasia se corporifica em obra, tecendo releituras sobre a música erudita, experimental e popular, unindo-as à literatura, dança, cinema e teatro.

No elenco: Márcio Barreto, Célia Faustino, Jean Ferreira, Tarso Ramos, Alessandro Atanes e Zéllus Machado.

Realização: Imaginário Coletivo de Arte

Concepção, Dramaturgia e Direção: Márcio Barreto

Assistente de Direção: Célia Faustino

Direção Musical: Percutindo Mundos


Ácidos Trópicos - uma livre criação sobre a obra de Gilberto Mendes
Teatro Guarany
Pça. dos Andradas, s/n - Santos /SP
20/Dez as 21 horas
R$ 10,00 (inteira)

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Calixto em Prosa e Verso - 25 anos da Pinacoteca Benedito Calixto - Santos /SP


dia 05 de dezembro, encontro literário comemorando 25 anos da Pinacoteca de Santos;
seminário : "Literatura Brasileira Hoje" com o escritor e crítico literário Nelson de Oliveira e o editor do mais importante portal literário brasileiro, Pipol do Cronópios
entre 17 e 19 horas debate aberto ao público mediado pelo escritor Flávio Viegas Amoreira

apartir das 19 horas mega-sarau com acompanhamento musical de Tarso Ramos e Percutindo Mundos;

lançamento dos livros de Tarso Ramos, Marcelo Ariel, Madô Martins e da Revista Babel de Ademir Demarchi;
leitura de poemas e textos em prosa pelos escritores
Flávio Viegas Amoreira
Márcio Barreto
Marcelo Ariel
Regina Alonso
Madô Martins
Eunice Tomé
Alice Mesquita
Jaíra Presa
Angela Castelo Branco
Paulo Sposati Ortiz
Ademir Demarchi
e escritores convidados
dia 5 de dezembro "Jubileu de Prata" Pinacoteca Benedito Calixto
"Calixto em Prosa e Verso"
debate literário e mega-sarau lítero-musical