sábado, 29 de setembro de 2012
Cinema em Cartaz - Argemiro Antunes
"Cinema em Cartaz" - o artista visual Argemiro Antunes, expõe sua obra na Millor Revistaria Ciber Café em 09/10, a partir das 20h.
Marcado por um trajetória que remonta os tempos da ditadura, quando colaborava com o Pasquim, passando por mais de trinta anos como cartazista de cinema - fruto da amizade com Maurice Legeard, iniciada em 1967, o desenhista Argemiro Antunes conta que descobriu que o cinema "não era só diversão, passatempo" e assim foi aturdido pelas imagens fortes de Fellini, Eisenstein, Glauber e muitos outros que o fascinaram e impreganaram sua obra.
Com a exposição "Cinema em Cartaz" o público certamente será contaminado por esse fascínio. Argemiro Antunes, o Miro, é um dos mais importantes artistas visuais de nossa região, reconhecido e admirado por sua obra, suas idéias e trajetória. A noite contará com a apresentação de Flávio Viegas Amoreira, Alice Mesquita e Márcio Barreto (Percutindo Mundos)
Exposição:
Cinema em Cartaz - Argemiro Antunes
com apresentação de Flávio Viegas Amoreira,
Alice Mesquita e Márcio Barreto (Percutindo Mundos)
09/10 - as 20h
Millor Revistaria e Ciber Café
Rua Marechal Deodoro, 07 - Gonzaga
Santos /SP
Millor Revistaria e Ciber Café - Batizada em homenagem ao escritor, jornalista e desenhista Millôr Fernandes, a casa funcionou por quinze anos na Vila Madalena, em São Paulo. A mudança para o litoral não alterou o perfil artístico do local, tanto é que de quinta a sábado, a partir das 20h30, a programação musical recebe nomes como a cantora Alice Mesquita, que interpreta clássicos de Edith Piaf e Mercedes Sosa. Sempre presente, o proprietário, Claudio Souza Freitas, também reserva espaço na revistaria para livros de autores da região
fonte: entrevista com Argemiro Antunes para o Cinezen Cultural, por André Azenha (02/06/2011)
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Relançamento do livro Meu Namoro com o Cinema - de André Azenha (Edições Caiçaras)
04/10: Relançamento do livro Meu Namoro com o Cinema, de André Azenha
Após o sucesso no Curta Santos, obra ganha nova sessão de autógrafos na Millor
O que faz alguém escrever sobre cinema? Deve-se manter apenas o olhar distante na hora de analisar um filme? Ou é preciso escrever com paixão? O famoso crítico musical norte-americano Lester Bangs aconselhava a segunda opção. “Meu Namoro com o Cinema” traz uma compilação de textos do jornalista e editor do www.cinezen.net, André Azenha, que dão ao leitor exatamente isso: textos passionais sobre filmes igualmente intensos. São obras que miram o amor e desamor em várias possibilidades. Após o sucesso do lançamento durante o 10º Curta Santos, a obra terá nova sessão de autógrafos, quinta-feira, 4 de outubro, na Millor Revistaria e Cybercafé.
Tal qual um namoro longo, de altos e baixos, essa é a relação entre o crítico e a arte, e os casais mostrados nos filmes aqui abordados. “A comparação é mais do que coerente: crítica de cinema e relacionamentos amorosos têm tudo a ver. Tanto em um, quanto no outro, não existem fórmulas que funcionem sempre. Pauline Kael, da revista New Yorker, talvez a maior crítica norte-americana, disse uma vez que ‘você deve usar tudo o que é e sabe’ em uma crítica. Ou seja: se doar, se colocar sempre, se mostrar por inteiro”, escreve o jornalista Gustavo Klein – editor de cultura do jornal A Tribuna, principal diário do litoral paulista - no prefácio. “Claro que, dentro desse conceito, sempre haverá os galinhas, que traem sua preferida com outras artes e deixam a sensibilidade de lado, e os românticos incorrigíveis. André Azenha demonstra, neste ‘Meu Namoro Com o Cinema’, que faz parte do segundo grupo. Um apaixonado eterno pela sétima arte, que enxerga a sua magia e a reverencia. É uma paixão que compartilho. O bom, aqui, é que não a precisamos disputar. O cinema é de todos...”, diz.
“Nesta compilação de resenhas, Azenha nos brinda com as várias fases de seu namoro, da infância em que queremos bater nos valentões da escola e ficar com a garota mais bonita (‘Karatê Kid’), passando pela adolescência festeira e pra lá de sensível (e os filmes de John Hughes), a idealização da musa inatingível (Marilyn Monroe), a dor do fim (o japonês ‘A Partida’ ou ‘Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças’) e os eternos recomeços (em ‘Rocky Balboa’). Fala também de declarações de amor impossíveis de esquecer (caso de ‘Nova York, Eu Te Amo’)”, ressalta Klein.
“O crítico, ao passar dos anos, tornou-se uma figura enxergada com olhares tortos por boa parte do público: um sujeito ‘frustrado’, ‘chato’, ‘ranzinza’, para muitos. A postura destrutiva de alguns colegas pode ter contribuído para esse olhar. Porém, antes de tudo, é preciso entender que, ao decidir tornar-se crítico, uma pessoa está se entregando de corpo e alma a algo o qual se apaixonou perdidamente. O ‘crítico’ é, primeiramente, um apaixonado”, afirma André Azenha na apresentação do livro.
“O livro é, antes de tudo, uma celebração à sétima arte. Por isso, o lançamento em um cinema e como parte de um festival”, explica.
Entre cada resenha, depoimentos de um
personagem que vai amadurecendo conforme sua relação amorosa com o cinema segue
em frente.
A tiragem é curta e os livros produzidos de forma artesanal pela Edições Caiçaras. As capas, por exemplo, são feitas a partir de pôsteres de filmes cedidos pela Vídeo Paradiso.
Serviço:
Relançamento do livro Meu Namoro com o Cinema, de André Azenha
Quando: 04 de outubro, quinta-feira, 20h
Onde: Millor Revistaria e Cybercafé, rua Marechal Deodoro, 7, Gonzaga
Valor do livro: R$ 25
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Dia do Caiçara - projeto apresentado à AGEM
(esq. para dir. - Márcio Barreto, Luciano Cascione e Marcelo Del Bosco)
Segundo Del Bosco "o projeto chancela a importância da formação identitária caiçara para a Baixada Santista e para o Brasil". Cascione acrescenta que "após aprovado pelos municípios, o projeto será desdobrado para o âmbito estadual".
Márcio Barreto destaca que "o poder público tem se mostrado aberto as justas reinvindicações que nascem do anseio por um identidade soberana, que una a cultura, a educação e o turismo, alavancando a região rumo à uma cidadania plena".
Discutiu-se também a expectativa referente ao crescimento que a região passará com o Pré-Sal, ressaltando-se a necessidade de uma justa divisão de riquezas através do fortalecimento da cultura.
Luciano Cascione é diretor executivo da AGEM. Advogado, mestre em direito ambiental e professor de legislação profissional. Já atuou na Secretaria de Turismo do Estado e na PRODAM, empresa de tecnologia da informação do município de São Paulo.
Marcelo Costa Del Bosco Amaral, santista, casado, nascido em 25 de março de 1972, é vereador e o atual vice-presidente da Câmara Municipal de Santos.
Márcio Barreto nasceu em 10 de maio de 1970 em Santos. Pesquisador, escritor e compositor é responsável pelo Instituto Ocanoa, Projeto Canoa, Percutindo Mundos, Núcleo de Pesquisa do Movimento, Imaginário Coletivo de Arte e Edições Caiçaras.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Percutindo Mundos na OCR Candido Portinari - Ribeirão Preto /SP
Com aula aberta e intervenção artística, o grupo Percutindo Mundos se apresentará na OCR Candido Portibari em Ribeirão Preto no dia 10/11 das 10 as 13h.
O projeto sintetiza as pesquisas desenvolvidas pelo grupo sobre a genealogia caiçara
para a formação do povo brasileiro através de sua história, ocupação
geográfica e expressões culturais. Uma reflexão sobre as contribuições da cultura indígena, européia e africana na construção da identidade caiçara e brasileira.
Aula aberta: A Arte contemporânea caiçara – genealogia para um novo Brasil
Através de vivências em música, literatura, teatro, dança e artes
visuais o público é convidado a refletir sobre identidade cultural,
suas origens, miscigenações, hibridismos e nomadismos na Arte
Contemporânea Caiçara. Com intervenções estético-expressivas a
oficina abre caminhos para a percepção do minimalismo sonoro, a música
que surge do barulho, da imagem, do silêncio, da literatura e do gesto
em experimentações sinestésicas.
Intervenção Artística: Percutindo Mundos – Mundocorpo
"Mundocorpo"
é uma reflexão sobre o universo da música, dança e literatura através
das relações do corpo com o mundo que o circunda. A apresentação poética
é inspirada no livro homônimo de Márcio Barreto (São Vicente: Edições Caiçaras,
2012).
Mundocorpo
Mundocorpo
Meu corpo é minha pele
São minhas roupas
É minha casa
É o mundo que me rodeia
Meu corpo é silêncio
É a pele de outro corpo
As roupas de outro corpo
A casa de outro corpo
O mundo de outro corpo
Meu corpo é eternidade
É o universo nascendo a cada instante
Meu corpo é uma palavra que escrevo no espaço-tempo do seu pensamento
Todas as músicas são autorais. Com Márcio Barreto (voz, percussão, cordas, teclados e sopro), Célia Faustino (voz, percussão e dança), Jean Ferreira (voz, percussão, sopro e dança), Felipe Faustino (percussão), Bira Aljahara (voz, violão e percussão), Robson Peres (viola erudita e voz) e Bruno Davoglio (baixo acústico).
Sobre Percutindo Mundos
Formado
em janeiro de 2008, o grupo tem se apresentado regularmente desde
agosto de 2011 no SESC Bertioga com os espetáculos Universo em
Movimento, Universo em Gentileza, Percutindo o Samba e Mundocorpo, além
de se apresentar em São Paulo e Rio de Janeiro em vários lugares e
eventos diferentes, tais como: 30 anos do Lira Paulistana (FUNARTE - 2 010), Bienal de Dança do SESC (2011), Cultura Livre SP e III Circuito Vozes do Corpo
(direção e concepção musical do espetáculo "Homo Ludens" - dança
contemporânea - 2012), Virada Cultural e Virada Cultural Paulista (2009, 2010 e 2011), Itinerâncias e Cine Clube Paraty (Casa da Cultura de Paraty /RJ - 2008 e 2011). O grupo está diretamente ligado a criação e realização dos
eventosculturais: Sarau Caiçara - Pinacoteca Benedito Calixto, Museu de
Pesca e Vila de São Vicente (12 edições), I e II Mostra de Arte
Contemporânea Caiçara (Casa da Frontaria Azulejada), Virada Caiçara (São
Vicente), Encontro de Cultura Caiçara - Vila de São Vicente e
Pinacoteca Benedito Calixto (3 edições), Itinerâncias - Encontro de
Cultura Caiçara São Vicente Paraty (Casa da Cultura de Paraty /RJ). Em sua obra ressalta-se a harmonia dos timbres mais do que a harmonia
das notas, expressando a música em livres associações e experimentações.
Sua diversidade instrumental e a criação de novos instrumentos e de
técnicas diferenciadas de uso, assim como a percussão corporal e vocal,
possibilitam uma tessitura que remete ao imagético das florestas, vilas,
centros cosmopolitas, e da relação do homem com o mar e o universo. Uma
música que sintetiza a gênese caiçara, ancestral, mistura dos traços da
cultura indígena, portuguesa e africana. Seu
minimalismo difere do convencional na medida em que não utiliza as
longas repetições em série ou a estaticidade, mas faz da repetição uma
possibilidade de mudança na medida em que transfere os sons para timbres
diferentes, desconstruindo as células rítmicas e alterando
cadências e andamentos em formas melódicas. Aproxima-se mais do
minimalismo literário, onde a economia das palavras possibilita a
contextualização e permite a livre significação. É uma música que sugere
ambiências, que trabalha a sinestesia das imagens e dos timbres. Encontra-se
fortemente ligada à literatura, onde as letras de suas músicas são
textos literários expressos através da música falada ou de melodias
valorizando a palavra em sua profundidade, densidade e simplicidade.
Outra característica é a aleatoriedade,
compreendida como o elemento vivo da música, está estruturada na
mistura da composição com o improviso (aleatoriedade limitada), e na
“música livre”, processo onde o público é convidado a improvisar
aleatoriamente com os músicos. Uma música que se transforma a cada execução.
AULA ABERTA: A ARTE
CONTEMPORANEA CAIÇARA – GENEALOGIA PARA UM NOVO BRASIL
ESPETÁCULO:
PERCUTINDO MUNDOS - MUNDOCORPO
Coordenação: Marcio Barreto
10/11 – sábado – 10h às 13h
Público: profissionais e estudantes de Artes Cênicas
Inscrições: 1/10 a 8/11
Seleção: primeiros inscritos
100
vagas
OCR CAndido Portinari
Ribierão Preto /SP
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
8º Encontro Internacional de Música e Mídia - Escola de Comunicações e Artes da USP
19 a 21 de setembro de 2012 - ECA/USP - Inscrições abertas!
Sob o tema Tão longe... Tão perto.. A música migrante, o Centro de Estudos em Música e Mídia-MusiMid- convida a todos os interessados a participarem do 8º Encontro Internacional de Música e Mídia,
a realizar-se nos dias 19 a 21 de setembro, na Escola de Comunicações e
Artes da USP. Neste ano, são coorganizadores convidados os Prof. Dr.
Alice Lumi Satmoi (UFPB) e Werner Ewald (UFPel).
O
tema geral do 8º Encontro Internacional de Música e Mídia propõe
investigar as tramas sígnicas que se estabelecem na circulação da música
migrante, de toda a sua natureza e suas repercussões junto às culturas
em que se aloja: da diáspora à desterritorialização voluntária.
O
programa inclui sessões temáticas, mesas-redondas e apresentações
artísticas. Os convidados internacionais deste ano são: Marita Fornaro
(Uruguai, Escola Universitária de Música), Susana Sardo, Rosário
Pestana, Jorge Ribeiro (INET-Aveiro; Portugal).
INSCRIÇÕES ABERTAS PARA OUVINTES
Acompanhe as notícias na página do MusiMid e no blogue:
Agradecemos ampla divulgação!
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
O Invisível – poéticas para encontros, desencontros e outras impermanências
“O
Invisível – poéticas para encontros, desencontros e outras impermanências” é um
processo de pesquisa sobre as relações entre tempo, espaço e alteridade. O
lugar visto como espaço criativo e simbiótico estruturando-se a partir de
permanências instantâneas e habitações momentâneas. O movimento como dinâmica
para o não-lugar, a identidade em estado de reinvenção e a realidade subvertida
a partir do contato e da inter-conexão entre o espaço, o tempo e o corpo.
Como
paisagem temática a impermanência do tempo e o hábito de ocupar-se do não-ser,
os afetos invisíveis que eclodem em pequenos gestos, sons, palavras e se
eternizam entre o acabar e o não ter fim. A vida adiada pelo cotidiano, a
identidade trocada por máscaras de ideais auto-suficientes, a afetividade
substituída pela liquidez do tempo, do espaço e das convenções. Através da obra
dos escritores Madô Martins (“Perda & Danos” – Edições Caiçaras, 2012) e
Márcio Barreto (“Mundocorpo” – Edições Caiçaras, 2012) os intérpretes-criadores
instauram composições a partir do eixo espaço-tempo onde os espectadores,
entrelaçados pela zona dramatúrgica, movem-se a partir de suas leituras
individuais sobre os materiais cênicos apresentados: a literatura, a dança e a
música.
A
pesquisa tem como base reflexões acerca da identidade cultural caiçara, o que
situa a criação dentro de uma esfera conceitual de processo onde a
ancestralidade e a contemporaneidade, assim como o local e o universal são
vistos como zonas proximais de ressignificação metalinguística. O processo
criativo, como imagética genesíaca, desdobra-se em releituras identitárias que
situam o invisível dentro da ficção social do espaço conduzido pelo discurso
poético corporal; a reinterpretação do passado como agente transformador do
presente através do inconsciente coletivo, suas memórias, tradições, nomadismos
e hibridismos. O corpo visto como palavra, lugar, literatura, memória, solidão,
música e afetividade.
FICHA TÉCNICA
Detalhamento: Composição
Urbana de Improvisação em Dança, Música e Literatura
Nome: O Invisível – poéticas para encontros,
desencontros e outras impermanências”
Nome do grupo:
Núcleo de Pesquisa do Movimento -
Concepção e direção: Célia
Faustino, Márcio Barreto
Intérpretes-criadores
E Músicos: Célia
Faustino, Márcio Barreto
Criação sonora: Percutindo
Mundos
Figurino: Núcleo de
Pesquisa do Movimento
Fotografia: Christina Amorim
Duração: 20
minutos
Apoio: Espaço
de Consciência Corporal Célia Faustino, Percutindo Mundos, Projeto Canoa,
Instituto Ocanoa.
CONCEPÇÃO E DIREÇÃO
Célia Faustino - formada em Ballet Clássico pela Escola
Municipal de Ballet em Santos (1972 a
1980). Formada em Ballet
Clássico pela Royal Academy of Dancing (1980 a 1985). Especialização em Dança Moderna nas técnicas
Grahan e Limón (1986 a
1988). Especialização em
Consciência Corporal com Klauss Vianna (1988 a 1990). Cursou aulas de New
Dance e Contato Improvisação (1990 a
1996). Formada pela Escola Brasileira de Eutonia (1998 a 2001). Formada pela Escola do
Movimento Ivaldo Bertazzo (2005 a
2006). Professora de técnica de dança na Faculdade de Artes Cênicas CARMO (1985
a 1986). Professora de Dança Moderna na Faculdade de Dança UNIMES (1988 A 1996). Professora de Dança
Expressiva, Alongamento e Eutonia no SESC/Santos (1988 a 2002). Bailarina do
Corpo Estável de Dança da Secretária de Cultura de Santos (1992 a 1994).
Iniciou carreira solo como intérprete-criadora em 1994. Participou de três
Bienais de Dança no SESC / Santos. Atualmente é diretora do Espaço de
Consciência Corporal Célia Faustino. É integrante do grupo experimental de
música contemporânea caiçara “Percutindo Mundos”, do Núcleo de pesquisa do
Movimento e do Imaginário Coletivo de Arte.
Márcio Barreto nasceu em 10 de maio de
1970, em Santos /SP. Dramaturgo, diretor e ator: Fundador e diretor do grupo
Teatro Canoa e Imaginário Coletivo de Arte. Dirige, atua e assina a dramaturgia
de “Atro Coração” (Teatro Canoa) e “Ácidos Trópicos – uma livre criação sobre a
obra de Gilberto Mendes” (Imaginário Coletivo de Arte). Atuou em “Poetar
Acordar para o Sol” (direção Douglas Gonçalves), “O Guará do Lago Encantado
(grupo TVG, direção Paulo Maurício),” Tem Cupim na Torre da Igreja “(grupo TVG, direção Paulo Maurício), “Perto de Lugar
Nenhum” (Kabuk, direção Egbert Mesquita). Atuou no filme “Amanhã Nunca Mais” do
diretor Tadeu Jungle e na minissérie da Globo “Amor em Quatro Atos” .
Assistente de Direção e diretor de núcleo na “ Encenação da Fundação da Vila de São Vicente 2012”.
Intérprete-criador e um dos diretores / fundadores do Núcleo de Pesquisa do
Movimento – Imaginário Coletivo de Arte. Atua em “Homo ludens – fluxos, lugares
e imprevisibilidades ”, “Exílios: cartas
ao vento” com Célia Faustino, “Um a Um”- espetáculo fruto da residência com o
grupo Lês Ballets C de la B (Bélgica) e
em diversas intervenções no espaço público. Vídeo-cineasta: “Totem – o universo
por debaixo da pele” (média metragem) e inúmeros curtas na Internet. Artista
circense formado pela Escola Livre de Circo (Oficina Cultural Regional Pagu –
Santos /SP) em acrobacias aéreas, atuou nos espetáculos “Marcas de Plínio” e
“Pagu”. Músico: fundador do grupo experimental “Percutindo Mundos”. Compositor
e multi-instrumentista (rabeca, flauta doce e contralto, clarinete, acordeom,
teclado, escaleta, violão, banjo e percussão). Luthier: criador dos
instrumentos quimbau, trimbau, tum, flauta smetakiana, adufo calunga.
Fotógrafo: exposições na Pinacoteca Benedito Calixto (Santos /SP), Casa da
Cultura de Paraty (Paraty /RJ) e Parque Cultural Vila de São Vicente (São
Vicente /SP). Editor da Edições
Caiçaras, editora artesanal. Escritor: Totem (romance), O Novo em Folha
(poesia), O Ser e o Pensamento (filosofia), Atro Coração (teatro), Nietszche –
ou do que é feito o arco dos violinos (poesia), Ácidos Trópicos – uma livre
criação sobre a obra de Gilberto Mendes (teatro), Wisnikianas – visões
antropofágicas na ilha de São Vicente (teatro). Pesquisador da Cultura Caiçara:
“O Brasil Caiçara – uma outra abordagem sobre a gênese da identidade
brasileira” (palestras na UNESP – São Vicente /SP, USP – São Paulo /SP, Casa da
Cultura de Paraty – Paraty /RJ e Oficina Regional Pagu – Santos /SP). Produtor Cultural: Organizador do “Sarau
Caiçara – Pinacoteca Benedito Calixto” (Mapa Literário do Estado de São Paulo)
e de Encontros Regionais de Cultura Caiçara realizados em São Vicente, Santos e
Paraty. Curador e organizador da Mostra de Arte Contemporânea Caiçara - Santos
/SP, Itinerâncias – Paraty /RJ, Virada Caiçara – São Vicente /SP e Vitrine
Literária – SESC Santos.
HISTÓRICO DO GRUPO
O
“Núcleo de Pesquisa do Movimento - Imaginário Coletivo de Arte” agrega artistas
do litoral paulista em suas diferentes linguagens e tem como proposta
fortalecer e propagar a “Arte Contemporânea Caiçara”, valorizando nossas raízes
e misturando-as à contemporaneidade. Formado em fevereiro de 2011, é resultado
de anos de pesquisas desenvolvidas em diferentes áreas que culminaram na busca
de uma nova sintaxe através da reflexão sobre os processos criativos na Arte
Contemporânea Caiçara.
Seus
integrantes convergem da dança, eutonia, teatro, circo, música, literatura,
filosofia e artes visuais. Estão diretamente ligados a experimentação através
de núcleos de pesquisas desenvolvidos no grupo Percutindo Mundos – música
contemporânea caiçara (2008), Grupo de Câmara Quatro Quartos, Núcleo de
Pesquisa do Movimento - dança contemporânea (2011), Espaço de Consciência
Corporal Célia Faustino - eutonia (2003), na Cia. Etra de Dança Contemporânea
(2001) e no Projeto Canoa e Instituto Ocanoa – pesquisa da Cultura Caiçara
(2007).
Ao
longo do tempo realizou encontros, oficinas e palestras, tais como o
"Sarau Caiçara" - Pinacoteca Benedito Calixto - Santos /SP, "Mostra
de Arte Contemporânea Caiçara" - Casa da Frontaria Azulejada - Santos/SP,
"Itinerâncias - Encontros Caiçaras" - Casa da Cultura de Paraty -
Paraty /RJ, "Sarau Filosófico" - SESC Santos - Santos /SP,
"Virada Caiçara" - São Vicente /SP e Vitrine Literária - SESC Santos
- Santos /SP.
Seus
trabalhos participaram da Bienal de Dança do SESC 2011, Virada Cultural 2010 e
2011, Cultura Livre SP 2012, Circuito Vozes do Corpo 2012.
Em seu
repertório constam os seguintes trabalhos:
HOMO LUDENS - fluxos, lugares
e imprevisibilidades
dança contemporânea
O jogo da improvisação na dança e
na música é o ponto de partida para a criação de intervenções urbanas. Os
gestos instigam um novo olhar sobre a paisagem, os movimentos dos intérpretes
no ambiente quebram a rotina e conduzem a uma reflexão sobre a transformação do
espaço.
Núcleo de Pesquisa do Movimento Imaginário Coletivo de Arte
Concepção e direção: Célia
Faustino, Edvan Monteiro, Márcio Barreto
Intérpretes-criadores: Célia
Faustino, Edvan Monteiro, Flávia Sá,
Jean Ferreira, Márcio Barreto.
Criação sonora: Percutindo Mundos
Músicos: Márcio Barreto,Tarso
Ramos, Alessandro Atanes,
Figurino: Núcleo de Pesquisa do
Movimento Imaginário Coletivo de Arte
Fotografia: Christina Amorim
Duração: 20 minutos
ÁCIDOS TRÓPICOS - uma livre criação sobre a obra de
Gilberto Mendes
música-teatro
música-teatro
Ácidos Trópicos é a possibilidade
de criar inspirado no vasto universo sonoro de Gilberto Mendes, responsável
pela renovação da música erudita. Através da música-teatro gilbertiana e seus
desdobramentos, Ácidos Trópicos nos leva a um mundo imaginário onde a fantasia
se corporifica em obra, tecendo releituras sobre a música erudita, experimental
e popular, unindo-as à literatura, dança, cinema e teatro."
No elenco: Márcio Barreto, Célia
Faustino, Jean Ferreira, Tarso Ramos, Alessandro Atanes, Flávia Sá, Edvan
Monteiro.
Concepção, Dramaturgia e Direção: Márcio Barreto
Assistente de Direção: Célia Faustino
Direção Musical: Percutindo Mundos
Fotografia e Vídeo: Alex Hermes, Edvan Monteiro, Denise Rodrigues, Christina Amorim
Criação de Vídeos: Márcio Barreto, Edvan Monteiro
Assistente de Direção: Célia Faustino
Direção Musical: Percutindo Mundos
Fotografia e Vídeo: Alex Hermes, Edvan Monteiro, Denise Rodrigues, Christina Amorim
Criação de Vídeos: Márcio Barreto, Edvan Monteiro
ATRO CORAÇÃO - uma livre adaptação sobre os limites do
amor
teatro
teatro
Um retrato do amor que mistura os
textos Romeu e Julieta e Otelo (Shakespeare), Lua na Sarjeta (David Goodis) e
partes dos filmes O Colecionador (baseado na obra de John Fowles) e Cenas de um
Casamento (Ingmar Bergman). Assim é Atro Coração - peça que coloca dois
personagens míticos em uma situação limite: Lilith após ser expulsa do paraíso
invade os sonhos do anjo Gabriel e o seduz. Para puní-los Deus os lança à Terra
como homem e mulher. Destituídos de suas memórias vagam separados até que o
acaso os une novamente. De um lado o amor não correspondido, do outro o amor
que nasce do medo da morte. Uma história que nos faz pensar que não importa o
que é o amor, mas o que fazemos com ele. No elenco Christy-Ane Amici e Márcio
Barreto que também assina a dramaturgia e a direção. A trilha sonora é composta
e executada ao vivo pelo grupo Percutindo Mundos e conta com tradução em
libras. Duração: 50 minutos
PERCUTINDO MUNDOS - Universo em Gentileza
música
Com a apresentação "Universo em Gentileza" Percutindo Mundos celebra o Universo do Profeta Gentileza através da música, literatura e dança. Um convite à reflexão sobre o respeito, amor, cordialidade, simplicidade, gratidão, desapego, comunhão e afetividade.
Percutindo Mundos - tem sua criação voltada a ressignificação de identidades culturais, unindo o ancestral caiçara ao contemporâneo através da literatura, filosofia, dança e artes visuais. Suas paisagens sonoras remetem à influência das culturas indígena brasileira, portuguesa e africana misturadas à urbanidade e ao cosmopolitismo. Sua música é caracteriza pela harmonia dos timbres, o minimalismo, a aleatoriedade e a melodia percussiva. A apresentação é marcada pela criatividade, misturando linguagens e provocando reflexões. Instrumentação : percussão, clarinete, flauta, djeridoo, escaleta, violão, quimbau, rabeca, banjo, teclado, berimbau, theremin, viola erudita, baixo acústico. Duração: 01 hora
Com a apresentação "Universo em Gentileza" Percutindo Mundos celebra o Universo do Profeta Gentileza através da música, literatura e dança. Um convite à reflexão sobre o respeito, amor, cordialidade, simplicidade, gratidão, desapego, comunhão e afetividade.
Percutindo Mundos - tem sua criação voltada a ressignificação de identidades culturais, unindo o ancestral caiçara ao contemporâneo através da literatura, filosofia, dança e artes visuais. Suas paisagens sonoras remetem à influência das culturas indígena brasileira, portuguesa e africana misturadas à urbanidade e ao cosmopolitismo. Sua música é caracteriza pela harmonia dos timbres, o minimalismo, a aleatoriedade e a melodia percussiva. A apresentação é marcada pela criatividade, misturando linguagens e provocando reflexões. Instrumentação : percussão, clarinete, flauta, djeridoo, escaleta, violão, quimbau, rabeca, banjo, teclado, berimbau, theremin, viola erudita, baixo acústico. Duração: 01 hora
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
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